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Prática previdenciária: os erros mais comuns ao instruir um processo no INSS

Antes de discutir teses no Judiciário, o advogado previdenciário ganha (ou perde) o caso na montagem do requerimento administrativo.

20 de agosto de 20269 acessos

Boa parte das ações previdenciárias que fracassam tinha problema na origem: um requerimento administrativo malinstruído. A fase administrativa é onde se constrói a prova.

Onde os processos costumam tropeçar

  • CNIS desatualizado: vínculos e salários de contribuição sem acerto prévio junto ao INSS.
  • Início de prova material frágil em pedidos de tempo rural ou de atividade especial.
  • Ausência de PPP e LTCAT coerentes para comprovar exposição a agentes nocivos.
  • DER mal escolhida, ignorando a data em que os requisitos foram efetivamente cumpridos.
  • Não pedir todos os benefícios possíveis no mesmo requerimento, quando cabível.

Um fluxo de trabalho seguro

  1. Extrair e ler o CNIS antes de qualquer petição.
  2. Fazer a simulação de tempo de contribuição em mais de um cenário.
  3. Reunir documentos contemporâneos aos fatos, não declarações produzidas depois.
  4. Protocolar o requerimento e acompanhar exigências dentro do prazo.
No Direito Previdenciário, data certa e documento contemporâneo valem mais do que argumento.

O curso de prática previdenciária do ICM percorre esse caminho com casos reais, cálculo de tempo e modelos de peças administrativas e judiciais.